
Nat Dessay - a minha querida Nat - interpreta hoje, no Met, um dos seus papéis de eleição.
Hoje com ontem, a pretensa nobreza & burguesia pindérica - afectada pelas correntes aéreas da Porcalhota, quiçá - desdenha os (as, no caso) grandes!
Nos idos anos 1950 - em meados, sejamos precisos -, chic era menosprezar a Callas. Agora, é ver as palavras do sabichão Calado, no Expresso. Segundo o Calado-mor, salva-se a interpretação cénica, pois a voz é uma amostra do que era.
Mais tarde, democraticamente, veremos!