

(Parsifal, d'après Romeo Castellucci, Théâtre de La Monnaie)
Em Bruxelas, no La Monnaie, Romeo Castellucci estreia-se na lírica, assinando uma nova encenação de Parsifal:
«(…) ce Parsifal, qui recrée en trois actes le parcours initiatique de l'antihéros wagnérien, de la bestialité à la conscience.
«(…) ce Parsifal, qui recrée en trois actes le parcours initiatique de l'antihéros wagnérien, de la bestialité à la conscience.
Pergunto-me: qual a legitimidade de uma encenação que destitui a obra do seu simbolismo e significado original? Não haverá limites para a “criatividade”? Será legítimo encenar uma Aïda cuja acção se passe na Buraca, em que os gangs suburbanos representem o conflito entre egípcios e etíopes? E por que não, já agora…
A liberdade criativa (também) contém uma estupidez desmesurada…