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Absolutamente pervertido, o Tannhäuser de Sebastian Baumgarten foi apupado do princípio ao fim! Segundo consta, a liberdade da encenação confundiu-se com uma obra grotesca, nos antípodas da concepção de Wagner.
Perversão metafórica em Bayreuth, evidentemente, mas não só... Para detalhes mais sórdidos, sugiro uma leitura atenta da critica de Mark Ronan, como segue.