Ópera, ópera, ópera, ópera, cinema, música, delírios psicanalíticos, crítica, literatura, revistas de imprensa, Paris, New-York, Florença, sapatos, GIORGIO ARMANI, possidonices...
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Últimas Aquisições

Desta feita, optei pelo main-stream assumido - Netrebko & Villazón -, que pode perfeitamente coexistir com uma Ludwig eminentemente camerística e com um Von Karajan-avant-le-virage-populaire (confesso que adquiri este Tristan, sobretudo, pelo masculino… Vickers & Von Karajan, sem dúvida).
sábado, 21 de abril de 2007
O Anel Periférico
Gergiev e a sua companhia Mariinski, de São Petersburgo, propõem Der Ring des Nibelungen... não em Madrid, muito menos em Barcelona, tanpoco en Sevilla, mas sim nas Canárias!
sexta-feira, 20 de abril de 2007
€9,95+DN
É a fórmula para obter, hoje, um dos mais fenomenais Faust da história da lírica!
Guess who he is?!
Eis uma pista descarada...

Guess who he is?!
Eis uma pista descarada...

Idem, áspas
"En fille spirituelle de Schwarzkopf, Renée Fleming sculpte une Thaïs plastiquement sidérante. Son contrôle de l'émission lui permet d'oser des premières mesures délibérément étriquées, un contre-ré d'une largeur galvanisante, et surtout de flouter des notes à mi-course pour laisser place à d'autres notes semblant surgir de nulle part, avec un art consommé du legato. On oublie que le son Fleming convient mieux à Jenufa ou Rusalka qu'à une lascive catin du désert, tant la caractérisation musicale du rôle, la variété des nuances, attaques et couleurs osées dans une même phrase, hypnotise."
Libération dixit, au sujet du post précédent.
Libération dixit, au sujet du post précédent.
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Oui, ma Chère! Tu est belle!
Si jamais j’étais sur Paris lors de cet événement, j’aurai crié infiniment “Oui! Que tu est belle”, en réponse à l’appel de Thaïs, personnage de l’opéra homonyme de Massenet.
Cela dit, Chère Madame Fleming, on dirait que, désormais, Thaïs deviendra Renée !

(Fleming em Thaïs, de Massenet, algures!)
Cela dit, Chère Madame Fleming, on dirait que, désormais, Thaïs deviendra Renée !

(Fleming em Thaïs, de Massenet, algures!)
terça-feira, 17 de abril de 2007
Lyon: Festival d'Amour Soupçon
Entre 17 de Abril e 5 de Maio, Lyon organiza um festival de óperas curtas!
Eis algumas das atracções: "(...) Une tragédie florentine (1917), d'Alexander von Zemlinsky, et Luci Mie Traditrici (1997-1998), de Salvatore Sciarrino ; Djamileh (1872), de Georges Bizet, et Il Tabarro (1913-1916), de Giacomo Puccini ; La Voix humaine (1958), de Francis Poulenc, et Le Château de Barbe-Bleue (1918), de Bela Bartok."
Eis algumas das atracções: "(...) Une tragédie florentine (1917), d'Alexander von Zemlinsky, et Luci Mie Traditrici (1997-1998), de Salvatore Sciarrino ; Djamileh (1872), de Georges Bizet, et Il Tabarro (1913-1916), de Giacomo Puccini ; La Voix humaine (1958), de Francis Poulenc, et Le Château de Barbe-Bleue (1918), de Bela Bartok."
Théâtre des Champs-Élysées: 2007/2008
"ON NE CHANGE pas une équipe qui gagne. Le dicton sportif s'applique aussi aux salles de spectacle. Dominique Meyer, le directeur général du Théâtre des Champs-Élysées, a conçu une saison variée qui s'appuie sur les piliers traditionnels de la maison, cycles baroques, opéras et récitals lyriques, mais aussi sur la musique symphonique avec une programmation internationale et natio nale. La musique de chambre et la danse constitueront également des points de forts du TCE, dont les moyens sont plus limités que ses concurrents mais les ambitions artistiques aussi hautes."
Eis, em síntese, o que a mais acolhedora e recatada sala lírica parisiense - a minha preferida, por sinal - tem para oferecer aos melómanos, na próxima saison.
Chamo a atenção do leitor para a primeira frase da citação (o resto da notícia poderá ser lido aqui, no Le Figaro), que o pequeno Vieira de Carvalho tão bem seguiu à letra, no famigerado affaire-Pinamonti.
Eis, em síntese, o que a mais acolhedora e recatada sala lírica parisiense - a minha preferida, por sinal - tem para oferecer aos melómanos, na próxima saison.
Chamo a atenção do leitor para a primeira frase da citação (o resto da notícia poderá ser lido aqui, no Le Figaro), que o pequeno Vieira de Carvalho tão bem seguiu à letra, no famigerado affaire-Pinamonti.
segunda-feira, 16 de abril de 2007
EVGENY ONEGUIN
Os Clássicos da Ópera - 400 Anos, esta semana, brindaram-nos com a mítica interpretação de Evgeny Oneguin de 1956, dirigida por Boris Jaikin, com Vishnevskaya e Belov (entre outros ilustres) nos papeis titulares.
Advirto o leitor menos avisado que, em França, meio-século volvido sobre esta interpretação, o trabalho de Jaikin continua a ser O Evgeny Oneguin!
E mais não digo.
Advirto o leitor menos avisado que, em França, meio-século volvido sobre esta interpretação, o trabalho de Jaikin continua a ser O Evgeny Oneguin!
E mais não digo.
sábado, 14 de abril de 2007
Louise, de Charpentier
A regra persiste: Verismo e Bastille permanecem inconciliáveis, como se vê...
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Loby Swenson
Razão à parte, tal como o The New York Times, faço loby pro Ruth Ann Swenson, como já tive ocasião de mostrar - aqui e aqui, para não falar em tempos idos! -, neste blog!
Go On, Ruth Ann!!!
Go On, Ruth Ann!!!
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Giulio Cesare in the USA
A propósito da reprise de Giulio Cesare, no Met, diz-nos o New York Times:
"The Metropolitan Opera has a big impediment to producing Handel operas: its enormous auditorium. Both “Rodelinda,” which the Met first mounted in 2004 starring Renée Fleming, and “Giulio Cesare,” which opened on Friday in a revival of a staging by John Copley introduced in 1988, were originally presented by Handel in the King’s Theater in London, which seated just 850. In principle the Met’s 3,700-seat house is way too big for early-18th-century opera. Some of the most ravishing moments in “Giulio Cesare” are pensively lyrical arias accompanied by only a small complement of continuo instruments."
De facto, a ópera barroca demanda um ambiente camerístico, queiramos ou não...
Ainda assim, acho louvável que o Met mantenha no activo este tipo de repertório!
By the way, a dupla Daniels & Swenson triunfou, previsivelmente.
A escola americana continua a mostrar o que vale, that’s the main point!
"The Metropolitan Opera has a big impediment to producing Handel operas: its enormous auditorium. Both “Rodelinda,” which the Met first mounted in 2004 starring Renée Fleming, and “Giulio Cesare,” which opened on Friday in a revival of a staging by John Copley introduced in 1988, were originally presented by Handel in the King’s Theater in London, which seated just 850. In principle the Met’s 3,700-seat house is way too big for early-18th-century opera. Some of the most ravishing moments in “Giulio Cesare” are pensively lyrical arias accompanied by only a small complement of continuo instruments."
De facto, a ópera barroca demanda um ambiente camerístico, queiramos ou não...
Ainda assim, acho louvável que o Met mantenha no activo este tipo de repertório!
By the way, a dupla Daniels & Swenson triunfou, previsivelmente.
A escola americana continua a mostrar o que vale, that’s the main point!
>(David Daniels e Ruth Ann Swenson, em Giulio Cesare, no Met)
domingo, 8 de abril de 2007
L'Affaire Voigt
Em 2004, D. Voigt foi "dispensada" de interpretar o papel titular de Ariadne auf Naxos, pela Royal Opera House - Covent Garden, em virtude do excesso de peso. Meses depois, submeteu-se a uma cirurgia, a fim de colocar uma banda gástrica, que lhe permitiu perder - até à data - 68 kg.
Todo o folhetim é patético, não merecendo comentários.
Ainda assim, saúdo o retorno da grande Senhora Voigt à sala que a dispensara, para encarnar Ariadne, um dos seus grandes papéis (como aqui se prova)!
Todo o folhetim é patético, não merecendo comentários.
Ainda assim, saúdo o retorno da grande Senhora Voigt à sala que a dispensara, para encarnar Ariadne, um dos seus grandes papéis (como aqui se prova)!
L'Affaire Swenson
A nova administração do Met, como todas as antecessoras, tem as suas preferências artísticas (?).
Visivelmente, Ruth Ann Swenson não figura entre as dilectas de Peter Gelb. É pena.
Swenson é uma grande e talentosa cantora lírica, que inúmeras vezes referi neste blog. A sua coloratura é absolutamente fascinante. Talvez peque por alguma superficialidade nas interpretações. Contudo, é de uma grande honestidade e singeleza: assume-se como soprano ligeiro, sem outras pretensões, apesar de algumas incursões belcantistas de maior exigência dramática – Lucia, nomeadamente.
Tive a felicidade de assistir à sua Lucia, justamente, na que foi, até a data, uma das suas casas de referência, o Met. Em Lisboa, na mesma temporada, pude assistir com um indisfarçável gozo primário à sua Amina (A Sonâmbula). Inigualável!
Recentemente, vi-a na Gilda, na Bastilha, por duas vezes. Simplesmente pirotécnica!
Pois bem, esta notícia dá conta do fim da sua colaboração com o Met.
Ao que parece, Gelb prefere Danielle de Niese a Swenson…
Enfim, lamentável é o que se me oferece dizer a Peter Gelb, diante desta opção artística, que ironicamente - para a desafortunada Swenson - mais parece apoiada em "critério de mamas".
Cara Ruth Ann, faço votos para que recuperes prontamente!
Não te incomodes com Gelb! São Francisco, Paris e Hamburgo adoram-te!
Pode ser que regresses ao São Carlos, onde adoraria rever-te!
See ya soon!!!
Visivelmente, Ruth Ann Swenson não figura entre as dilectas de Peter Gelb. É pena.
Swenson é uma grande e talentosa cantora lírica, que inúmeras vezes referi neste blog. A sua coloratura é absolutamente fascinante. Talvez peque por alguma superficialidade nas interpretações. Contudo, é de uma grande honestidade e singeleza: assume-se como soprano ligeiro, sem outras pretensões, apesar de algumas incursões belcantistas de maior exigência dramática – Lucia, nomeadamente.
Tive a felicidade de assistir à sua Lucia, justamente, na que foi, até a data, uma das suas casas de referência, o Met. Em Lisboa, na mesma temporada, pude assistir com um indisfarçável gozo primário à sua Amina (A Sonâmbula). Inigualável!
Recentemente, vi-a na Gilda, na Bastilha, por duas vezes. Simplesmente pirotécnica!
Pois bem, esta notícia dá conta do fim da sua colaboração com o Met.
Ao que parece, Gelb prefere Danielle de Niese a Swenson…
Enfim, lamentável é o que se me oferece dizer a Peter Gelb, diante desta opção artística, que ironicamente - para a desafortunada Swenson - mais parece apoiada em "critério de mamas".
Cara Ruth Ann, faço votos para que recuperes prontamente!
Não te incomodes com Gelb! São Francisco, Paris e Hamburgo adoram-te!
Pode ser que regresses ao São Carlos, onde adoraria rever-te!
See ya soon!!!
sábado, 7 de abril de 2007
O Pífaro de Branagh (?)
Habitualmente, as adaptações cinematográficas de obras líricas redundam em verdadeiros logros, artística e comercialmente falando.
A propósito de A Flauta Mágica, na versão fílmica de K. Branagh, recentemente estreada em Espanha, diz-nos o El Pais: "(...) acabar aburriendo a unos y otros, que es lo que consigue Branagh."
Demolidora, a crítica arrasa, sem clemência alguma.
Devo dizer que este tipo de apreciações - e bem assim as que enaltecem, sem critério - me suscitam inúmeras reservas...
Let's wait and see.
A propósito de A Flauta Mágica, na versão fílmica de K. Branagh, recentemente estreada em Espanha, diz-nos o El Pais: "(...) acabar aburriendo a unos y otros, que es lo que consigue Branagh."
Demolidora, a crítica arrasa, sem clemência alguma.
Devo dizer que este tipo de apreciações - e bem assim as que enaltecem, sem critério - me suscitam inúmeras reservas...
Let's wait and see.
quinta-feira, 5 de abril de 2007
RinaldA
A Ópera de hoje - editada no âmbito da colecção OS CLÁSSICOS DA ÓPERA 400 ANOS, promovida pelo Diário de Notícias - é um dos cavalos-de-batalha de Marilyn Horne: Rinaldo, de Handel.

Lá estarei, na banca do costume, com a notita de €10 e um sorriso nos lábios!

Lá estarei, na banca do costume, com a notita de €10 e um sorriso nos lábios!
quarta-feira, 4 de abril de 2007
terça-feira, 3 de abril de 2007
Disse-me um passarinho...
...que, para breve, a DG prossegue a sua reabilitação do fundo de catálogo!

Já no capítulo das novidades, dignas desse nome, ficamo-nos por As Bodas de Fígaro, selon Harnoncourt, from Salzburgo, 2006, ano mozartiano.

ps a minha primeira escolha? A Salome de A Stratas!!!

Já no capítulo das novidades, dignas desse nome, ficamo-nos por As Bodas de Fígaro, selon Harnoncourt, from Salzburgo, 2006, ano mozartiano.

ps a minha primeira escolha? A Salome de A Stratas!!!
domingo, 1 de abril de 2007
E vão 5 Estrelas!!!
Em tempos, fiz referência a esta colecção de óperas, que o Diário de Notícias disponibiliza (depois do Le Monde, há bem pouco tempo!), até ao final do Verão.

So far, so good!
Pela ordem de publicação, eis os artigos originais, desmaquilhados!
Do melhorio, meus caros! A não perder!





A continuar assim, vamos longe!!! Será uma excelente introdução à lírica, sem embustes, com honestidade e muita, muita qualidade.

So far, so good!
Pela ordem de publicação, eis os artigos originais, desmaquilhados!
Do melhorio, meus caros! A não perder!





A continuar assim, vamos longe!!! Será uma excelente introdução à lírica, sem embustes, com honestidade e muita, muita qualidade.
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