Ainda o caso alla Scala´s Opening night!
Depois de ler esta abonatória crítica (in New York Times), pergunto-me se as dispares visões clivadas a respeito da première de Idomeneo, em Milão, não serão actualizações do ancestral conflito que opõe francófonos a anglófonos: afinal Daniel Harding - il maestro - é britânico e brilha muito...
Paira no ar um confronto de subjectividades ou - para retomar o meu estilo prosaico - cheira a inveja?
Depois de ler esta abonatória crítica (in New York Times), pergunto-me se as dispares visões clivadas a respeito da première de Idomeneo, em Milão, não serão actualizações do ancestral conflito que opõe francófonos a anglófonos: afinal Daniel Harding - il maestro - é britânico e brilha muito...
Paira no ar um confronto de subjectividades ou - para retomar o meu estilo prosaico - cheira a inveja?
1 comentário:
Pois, baralhada estou...
Não compreendo a disparidade de opiniões no que respeita a questões de natureza técnica - parece-me que a subjectividade que possa existir na avaliação de um intérprete (vocal ou não) resulta mais da empatia que cada um sente, do que das suas características essenciais (passe a expressão). É claro que eu adoro o meu magnífico Mr. Terfel, mas não fiquei surda depois de o ouvir - continuo a avaliar todas as pálidas sombras de cantores líricos :-))que por aí andam, de uma forma objectiva...
Piadas à parte, como dizia a raposa, "não gosto dessas uvas, são amargas"....
...enfim, sourgrapes!...
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