segunda-feira, 2 de maio de 2005

Debussy: Préludes, I & II

Num fim-de-semana marcado pelo trabalho em torno de (mais) uma interminável tradução, deleitei-me com o novo sistema operativo da MAC, de seu nome TIGER, que acabou de sair e promete !

Deleitei-me, ainda, com este marco da interpretação de Debussy, que desconhecia, e que parece constituir uma leitura etérea dos Préludes, peças absolutamente metafísicas !



Dadas as limitações orçamentais, fui obrigado a preterir as leitura de Zimerman e de Benedetti Michelangeli... Melhores dias virão !






15 comentários:

pb disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
pb disse...

Há ainda estas interpretações a ter em questão:
- do próprio Claude Debussy, Pierian;
- Paraskivesco,1976, Caliope;
- Maurizio Pollini, 1999, Deutsche Gramophon.

Quanto ao Tiger passei o fim de semana a fazer o mesmo!
Ainda apresenta algumas instalibidades.
Vou esperar os primeiros upgrades de sistema.

Il Dissoluto Punito disse...

Obrigado pelas sugestões ! Já não chagavam as interpretações preteridas... :(

Tem sugestões quanto às sonatas para piano, de Beethoven ?

pb disse...

Não sei bem, mas penso que Alfred Brendel, nas três versões integrais que gravou das sonatas (eu tenho a primeira, ainda dos anos 70) é uma referência. Já se sabe que há sempre uma versão de uma determinada sonata por um outro pianista (Sviatoslav Richter em muitas, por exemplo), mas quanto a versão integral aconselho a mais recente de Brendel. Clareza, sobriedade, força, está lá tudo em Brendel.
Claro que é apenas a minha opinião e por isso é subjectiva...

Teresa disse...

Gieseking a tocar Debussy é, claro está, uma excelente escolha. Mas, já ouviu Jean-Ives Thibaudet?

César Viana disse...

A escolha para o Debussy é absolutamente iluminada; não há outra. Antes de conhecer o Gieseking não conhecia nenhuma interpretação que me satisfizesse nestas obras. Para as sonatas do Beethoven já experimentou andar uns anos para trás e ouvir o Backhaus? (integral das sonatas: DECCA 433 882-2) Um conselho: não gaste dinheiro numa integral antes de ouvir esta versão.

Il Dissoluto Punito disse...

Ilustre César,

Fico grato pela sugestão e pela confirmação ! Quanto a Beethoven, assumo a minha imensa ignorância... Só há poucos anos comecei a apreciá-lo e a reconhecer o seu génio !

Teresa disse...

Quanto às sonatas de Beethoven, se vamos aos "antigos", uma referência incontornável é Schnabel (bem barato, na Naxos, que até disponibiliza o seu catálogo, inteiro, na web, por apenas 20 $ anuais!).

E Gilels, mesmo que não tenha gravado todas. A Brilliant Classics lançou há pouco uma caixa, muito barata também, com gravações dos concertos e das sonatas na interpretação do pianista russo.

Teresa disse...

Ah! E também não são precisamente más as de Solomon (mas agora mesmo não tenho a certeza de se chegou a gravar todas: tanto faz) e de Richard Goode (Nonesuch), muito na moda porque recomendada (merecidamente) pela Gramophone e The Penquin Guide.

Bom, e Kempf, claro.

Il Dissoluto Punito disse...

Obrigado, Teresa e Paulo e César !
Anotei os vossos conselhos sábios.

cândida disse...

ginseng thé

o meu deleite destalhou
prelúdio de sonata
ao som de chaleira
verde infusão fumegante
aroma II
prelúde I
E bebo.

Il Dissoluto Punito disse...

Definitivamente, não sei quem és...

Anónimo disse...

O Kempf, o Kempf, O Kempf, e depois ... o Kempf e tambem outros grandes para os ouvir por si e para os comparar com o Kempf, como o fazemos em relação ao "Sediciozi voci" da Callas.
Debussy ? Talvez o Michelangeli.
Raul

Il Dissoluto Punito disse...

Raul,

Fica a sugestão! Já agora, tem as referências?
Um abraço

Anónimo disse...

Qual sugestão ?
Raul