«É um filme invulgar, invulgarmente inteligente. Sobretudo porque acredita na inteligência do seu espectador. Que inteligência? A de que olhar o mundo não é contemplar uma "reprodução" neutra ou automática. E que as relações entre as imagens estão para além do alarmismo generalizado dos telejornais ou do jogo de escondidas dos "apanhados" e seus sucedâneos.»
João Lopes dixit.
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