Entre leituras e audições operísticas, deleitado, divido a minha fruição.
Como é bom o ócio!
Enquanto Zeus e Atena (sobretudo esta) abrem caminho a que Telémaco procure Ulisses, o amado pai, que se encontra preso, longe de Itáca, von Karajan abre as hostes, numa soberba abertura, conduzida com brio, ora sublinhando o trágico e lúgubre, ora enfatizando a comedia...
Pausa no Canto II; pausa na cumplicidade inicial entre Don Giovanni e Leporello.
Como é bom o ócio!
Enquanto Zeus e Atena (sobretudo esta) abrem caminho a que Telémaco procure Ulisses, o amado pai, que se encontra preso, longe de Itáca, von Karajan abre as hostes, numa soberba abertura, conduzida com brio, ora sublinhando o trágico e lúgubre, ora enfatizando a comedia...
Pausa no Canto II; pausa na cumplicidade inicial entre Don Giovanni e Leporello.
5 comentários:
Pois, férias, com que então... estás em plena dissolução! Ai, enviiiidia..!!! :-)
A inveja é um pecado capital ;-)
Bjs
João
Dissoluto... estamos quites! O ócio também!!!
Mas hoje não é dia de falarmos de pecados, mas sim de virtudes - a grande virtude (ou a benção) de termos junto de nós aqueles que mais amamos.. o Natal é um bom momento para recordarmos o que é verdadeiramente importante - enfim, na língua de Shakespeare, "count one's blessings.."
Conto entre as minhas bençãos a sorte de vos ter conhecido. E entre os meus desejos o de vos acompanhar por muitos anos.
Um feliz Natal, meus queridos!
Olá
Penélope... quem se oculta sob a tua capa?
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